
CURSO DE ANÁLISE GRÁFICA
Aprenda a dominar a ferramenta mais poderosa e eficaz para te ajudar nas tomadas de decisões para comprar ou vender um ativo.
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A análise gráfica se tornou mais popular do que nunca.
Uma das razões para isso é a disponibilidade de diversas plataformas (software) gráficas altamente sofisticada, porém hoje em dia com valores muito baixo e até mesmo gratuitas.
Hoje, o trader possui maior poder computacional do que as principais instituições tinham apenas algumas décadas atrás.
Outro motivo para a popularidade dos gráficos é a Internet. O fácil acesso aos gráficos produziu uma grande democratização das informações técnicas. Qualquer um pode acessar a Internet hoje e ver uma variedade deslumbrante de informações visuais do mercado. Muitas dessas informações são gratuitas ou disponíveis a um custo muito baixo.
Outro desenvolvimento revolucionário para os Traders é a disponibilidade de dados e as cotações em tempo real. Com o aumento da velocidade das tendências do mercado nos últimos anos e a popularidade dos métodos de negociação de curto prazo, o fácil acesso a dados de mercado em tempo real tornou-se uma arma indispensável nas mãos de traders tecnicamente orientados.
Os Day Traders vivem e morrem com esses dados de preços minuto a minuto. E, é evidente que a capacidade de identificar e lucrar com as oscilações do mercado de curto prazo é um dos pontos fortes da análise gráfica.
A rotação do setor tem sido especialmente importante nos últimos anos. Mais do que nunca, é importante estar nos setores certos, na hora certa. Durante a segunda metade de 1999, a tecnologia era o lugar certo e isso se refletia em enormes ganhos no mercado da Nasdaq. As ações de biotecnologia e alta tecnologia foram os líderes claros do mercado. Se você estivesse nesses grupos, você se saiu bem. Se você estava em outro lugar, provavelmente perdeu grana.
Durante o inicio dos anos 2000, essas ações sofreram uma forte queda das ações de biotecnologia e tecnologia empurrando a Nasdaq para um fundo perto do inicio da alta em 1997 após isso uma alta acentuada e causou uma rotação repentina em setores previamente ignorados do mercado de blue chips (ações consideradas primeira linha) – à medida que o dinheiro saiu das ações da “nova economia” para as ações da “velha economia”. Mudanças repentinas na tendência não eram claras na época, elas eram facilmente identificadas nos stops por traders que tinham acesso a informações em tempo real – e sabiam como analisar e interpretar corretamente os gráficos.
Esse é um ponto especialmente importante porque ter acesso a gráficos e os dados são úteis apenas se o profissional souber o que fazer com eles. E esse é o objetivo deste conteúdo. Tentar apresentar os aspectos mais importantes da análise gráfica. Mas esse é apenas o começo. Estudar cada vez mais, fazer testes e backtest, aprender da forma correta como tem que ser é algo que se tornará constante na vida de um Trader,
Os gráficos podem ser usados sozinhos ou em conjunto com a análise fundamentalista. Os gráficos podem ser usados para cronometrar os pontos de entrada e saída sozinhos ou na implementação de estratégias fundamentais. Os gráficos também podem ser usados como um dispositivo de alerta para alertar o Trader de que algo pode estar mudando nos fundamentos subjacentes de um mercado. De qualquer maneira que você escolher empregá-los, os gráficos podem ser uma ferramenta extremamente valiosa – se você souber usá-los melhor aindaA participação bem-sucedida nos mercados financeiros praticamente exige algum domínio da análise gráfica. Considere o fato de que todas as decisões em vários mercados são baseadas, de uma forma ou de outra, em uma previsão de mercado. Quer o participante do mercado seja um Trader ou um investidor de longo prazo, a previsão de preços é geralmente o primeiro e mais importante passo no processo de tomada de decisão. Para realizar essa tarefa, existem dois métodos de previsão disponíveis para o analista de mercado – o fundamento e o técnico.
Análise fundamentalista baseia-se no estudo tradicional de fatores de oferta e demanda que fazem com que os preços de mercado subam ou caiam. Nos mercados financeiros, o fundamentalista consideraria coisas como ganhos corporativos, déficits comerciais e mudanças na oferta de moeda. A intenção dessa abordagem é chegar a uma estimativa do valor intrínseco de um mercado, a fim de determinar se o mercado está super ou subvalorizado.
Análise técnica ou gráfica, por outro lado, baseia-se no estudo da própria ação do mercado. Enquanto a análise fundamental estuda as razões ou causas para os preços subirem ou descerem, a análise técnica estuda o efeito, o próprio movimento dos preços. É aí que entra o estudo dos preços. Análise gráfica é extremamente útil no processo de previsão de preço. Os gráficos podem ser usados por si só, sem informações fundamentais, ou em conjunto com informações as informações fundamentais. Previsão de preços, como sempre, é apenas o primeiro passo no processo de tomada de decisão.
MOMENTO DO MERCADO
O segundo passo, e muitas vezes o mais difícil, é o momento do mercado. Para traders de curto prazo, pequenos movimentos de preço podem ter um impacto drástico no desempenho da negociação. Portanto, o momento exato dos pontos de entrada e saída é um aspecto indispensável de qualquer compromisso do mercado. Para ser franco, o momento é tudo no mercado de ações. Por razões que logo se tornarão aparentes, o tempo é de natureza quase puramente técnica. Sendo assim, pode-se ver que a aplicação dos princípios de gráficos se torna absolutamente essencial em algum momento do processo de tomada de decisão. Tendo estabelecido seu valor, vamos dar uma olhada na própria teoria dos gráficos
A análise gráfica (também chamada de análise técnica) é o estudo da ação do mercado, usando gráficos para prever a direção futura dos preços. A pedra angular da filosofia técnica é a crença de que todos os fatores que influenciam o preço de mercado como informações fundamentais, eventos políticos, desastres naturais e fatores psicológicos, são rapidamente descontados na atividade de mercado.
Em outras palavras, o impacto desses fatores externos aparecerá rapidamente em alguma forma de movimento dos preços, para cima ou para baixo. A análise gráfica, portanto, é simplesmente uma forma de atalho da análise fundamentalista.
Considere o seguinte: Um aumento do preço reflete em uma alta, onde a demanda excede a oferta; a queda dos preços significaria que a oferta excede a demanda, identificando uma situação de movimento de baixa. Essas mudanças na equação causam mudanças de preço, que são facilmente aparentes em um gráfico.
O grafistas são capazes de lucrar rapidamente com essas mudanças de preço sem necessariamente conhecer os motivos específicos que as causaram. O Grafista simplesmente raciocina que o aumento dos preços é indicativo de uma situação fundamental de alta e que a queda dos preços reflete fundamentos de baixa.
Outra vantagem da análise gráfica é que o preço de mercado em si é geralmente um indicador importante dos fundamentos conhecidos. A ação do gráfico, portanto, pode alertar um analista fundamentalista para o fato de que algo importante está acontecendo sob aquele segmento e incentivar uma análise mais detalhada do mercado.
Gráficos revelam tendências de preços
Os mercados se movem em tendências. O principal valor dos gráficos, é ajudar a revelar a existência de tendências de mercado facilitando muito os estudos dessas tendências. A maioria das técnicas usadas pelos grafistas tem o objetivo de identificar tendências significativas, para ajudar a determinar a extensão provável dessas tendências e identificar o mais cedo possível quando eles estão mudando de direção.

Tipos de gráficos disponíveis
Existem diversos tipos de gráficos, o mais usual é o gráfico de Candlestick que se tornou popular na década de 70 e, vem sendo utilizado até hoje por quase todos analistas.
Abaixo alguns tipos que podemos utilizar.



Qualquer dimensão de tempo
Para Day Trade podemos utilizar gráficos de 30 segundos, 1 minuto, 5 minutos, 15 minutos entre outros tempos maiores.
Para operações conhecida como Swing Trade utiliza-se em geral o gráfico diário e as vezes o semanal.
Para operações de médio ou longo prazo os mais indicados são os gráficos semanais e mensal.
Aqui estão dois termos que definem os topos e fundos no gráfico. Um fundo anterior geralmente forma um nível de suporte. O suporte é um nível abaixo do mercado em que a pressão de compra excede a pressão de venda e uma queda é interrompida.
A resistência é marcada por um topo anterior do mercado. A resistência é um nível acima do mercado em que a pressão de venda excede a pressão de compra e um rally é interrompido.
Os níveis de suporte e resistência invertem as tendências uma vez que eles são decisivamente quebradas.
Ou seja, um nível de suporte quebrado no mercado se torna um nível de resistência acima do mercado. Um nível de resistência quebrado no mercado funciona como suporte abaixo do mercado.
Quanto mais recentemente o nível de suporte ou resistência é formado, mais força ele exerce nas ações subsequentes do mercado. Isso ocorre porque muitas das negociações que ajudaram a formar esses níveis de suporte e resistência não foram liquidadas e são mais propensas a influenciar futuras decisões.
A linha de tendência é talvez a ferramenta mais simples e valiosa disponível para o grafista. Uma tendência de alta é uma linha reta elaborada para a direita, conectando sucessivos fundos mais altos que os anteriores. A linha é desenhada de tal maneira que toda a ação do preço está acima da linha de tendência.
Uma linha de tendência de baixa é traçada conectando sucessivos topos mais baixo que o anterior. A linha é desenhada de tal maneira que toda a ação do preço esteja abaixo da linha de tendência.
Uma linha de tendência de alta, por exemplo, é traçada quando temos pelo menos dois fundos ascendentes (ou mínimas) que estão visíveis. No entanto, enquanto são necessários dois pontos para desenhar uma linha de tendência, um terceiro ponto é necessário para identificar a linha como uma linha de tendência válida. Se os preços em uma tendência de alta voltarem à linha de tendência pela terceira vez e retornarem, uma linha de tendência válida será confirmada.
As linhas de tendência têm dois usos principais. Eles permitem a identificação de níveis de suporte e resistência que podem ser usados, enquanto um mercado está em tendência, para iniciar novas posições. Como regra, quanto mais tempo uma linha de tendência estiver em vigor e mais vezes ela for testada, mais significativa ela se tornará. A violação de uma linha de tendência geralmente é o melhor aviso de uma mudança de tendência.



Uma das características mais úteis da análise gráfica é a presença de padrões reversão, que podem ser classificados em diferentes categorias e com valor preditivo. Esses padrões revelam a luta contínua entre as forças de oferta e demanda, como visto na relação entre os vários níveis de suporte e resistência e, permite que o gráfista avalie qual lado está ganhando. Os padrões são divididos em dois grupos – padrões de reversão e continuação.
Os padrões de reversão geralmente indicam que uma tendência pode estar chegando ao fim. Os padrões de continuação geralmente representam algumas pausas temporárias na tendência existente. Os padrões de continuação levam menos tempo para se formar do que os padrões de reversão e geralmente resultam na retomada da tendência original
Ombro – Cabeça e Ombro são os mais conhecidos e provavelmente os mais confiáveis dos padrões de reversão. O topo da cabeça e dos ombros é caracterizado por três topos de destaque no mercado. Topo do meio (cabeça) é maior que os dois topos laterais (os ombros).
Uma linha de tendência (o decote) é desenhada abaixo das duas mínimas intermediárias. Um fechamento abaixo do “decote” completa o padrão e sinaliza uma importante reversão do mercado.
Não é um padrão que aparece com muita frequência por esse motivo tem uma confiabilidade alta as imagens abaixo retratei como o mesmo ocorre – Temos o OCO e o OCOI
Os objetivos ou metas de preço podem ser determinados medindo-se as formas dos vários padrões . A técnica de medição em um padrão é medir a distância vertical da parte superior da cabeça ao decote ou pescoço e projetar a distância para baixo ou para cima a partir do ponto onde o decote está servindo como suporte ou resistência. A parte inferior da cabeça e dos ombros é a mesma da parte superior, exceto que está virada de cabeça para baixo.
Outros padrões de reversão, fundos ou topos triplos, são uma variação do ombro – cabeça e ombros. A única diferença é que os três topos ou fundos nesse padrão ocorrem aproximadamente no mesmo nível de preço. Topos triplos ou fundos Triplos e o padrão de reversão ombro -cabeça e ombro são interpretados de maneira semelhante e significam essencialmente a mesma coisa.
Topos e fundos Duplos (também chamados de M e W devido à sua forma) mostram dois topos ou fundos proeminentes em vez de três. Um topo duplo é identificado por dois topos proeminentes. A incapacidade do segundo topo de se mover acima do primeiro topo é o primeiro sinal de fraqueza. Quando os preços diminuem e se movem sob o suporte e resistência, o topo duplo é concluído. A técnica de medição para o topo duplo também é baseada na altura do padrão. A altura do padrão é medida e projetada para baixo a partir do ponto em que o suporte é quebrado. O fundo duplo é a imagem espelhada do topo.

Em vez de avisar as reversões do mercado, os padrões de continuação geralmente são resolvidos na direção da tendência original. Os triângulos estão entre os mais confiáveis dos padrões de continuação. Existem três tipos de triângulos que têm valor de previsão – triângulos simétricos, ascendentes e descendentes. Embora esses padrões às vezes marquem reversões, geralmente representam apenas pausas na tendência predominante.
O triângulo simétrico se distingue pela atividade lateral, com os preços flutuando entre duas linhas de tendência. A linha superior está decaindo e a linha inferior está subindo. Esse padrão descreve uma situação em que a pressão de compra e venda está em equilíbrio. Em resumo, os preços fecharão além de uma das duas linhas de tendência convergentes.
O triângulo ascendente tem uma linha superior reta e uma linha inferior crescente. Como os compradores são mais agressivos que os vendedores, esse é geralmente um padrão de alta
O triângulo descendente tem uma linha superior em queda e uma linha inferior reta. Como os vendedores são mais agressivos que os compradores, esse é geralmente um padrão de baixa.
A técnica de projeção para todos os três triângulos é a mesma. Meça a altura do triângulo no ponto mais largo à esquerda do padrão e meça a distância vertical do ponto onde qualquer linha de tendência for rompida. Enquanto os triângulos ascendente e descendente têm um viés embutido, o triângulo simétrico é inerentemente neutro. Como geralmente é um padrão de continuação, o triângulo simétrico tem um valor de previsão e implica que a tendência anterior será retomada.

Esses dois padrões de continuação de curto prazo marcam breves pausas ou períodos de descanso durante tendências rápidas do mercado. Ambos são geralmente precedidos por um movimento forte no preço. Em uma tendência de alta, um movimento acentuado faz uma pausa para recuperar o fôlego e se move lateralmente por duas ou três semanas. Em seguida, a tendência de alta continua a caminho. Os nomes descrevem adequadamente sua aparência. A flâmula é geralmente horizontal com duas linhas de tendências convergentes (como um pequeno triângulo simétrico).
A bandeira se assemelha a um paralelogramo que tende a inclinar-se contra a tendência. Em uma tendência de alta, portanto, a bandeira do touro tem uma inclinação descendente; em tendência de baixa, a bandeira do urso se inclina para cima.
Diz-se que ambos os padrões “voam a meio mastro”, o que significa que geralmente ocorrem perto do meio da tendência, marcando o ponto intermediário do movimento do mercado.


Além desses padrões, existem várias outras formações que aparecem nos gráficos e fornecem ao grafista insights valiosos. Entre essas formações estão as diferenças de preço, as projeções de Fibonacci, Ondas de Elliott , Padrões de Candlestick (esse é abordado no curso de análise gráfica), Teoria de Down. Ou seja temos uma gama imensa de estudos , testes e backtests de inúmeros padrões o ideal é escolhermos um modo de operar e seguir esse modo a exaustão assim poderemos aprender novos métodos e irmos incluindo nas nossas análises.
Se você pensou que é uma famosa marca de roupa, está enganado pelo menos no mercado financeiro os Gaps são espaços no gráfico no qual não ocorreu negociação. Um gap em uma tendência de alta é formado quando os preços abrem acima da cotação do dia anterior e este gap não é fechado durante o pregão. E em uma tendência de baixa ocorre o inverso: os preços abrem em um nível mais baixo do dia anterior e este Gap não é fechado posteriormente.
Os Gaps ocorrem quando os preços saltam em resposta a um desequilíbrio repentino entre as ordens de compra e venda, geralmente é desencadeado por notícias alarmantes.
“Gaps” para cima são mostras de vitalidade do mercado, enquanto “Gaps” para baixo são demonstrações da sua fraqueza.
EXISTEM QUATRO TIPOS DE GAP:
GAP COMUM – O gap comum é formado geralmente em mercados de pouca liquidez ou então em faixas de congestão. Neste caso o gap é pouco significativo e demonstra mais uma falta de interesse por parte de um dos lados de negociação do que qualquer outra coisa. Porém eles são fechados rapidamente voltando o preço no patamar anterior. Ocorrem geralmente em mercados mais tranqüilos sem tendência.
MIDWAY GAP ou GAP DE CONTINUAÇÃO, depois de uma tendência já vir se desenvolvendo há algum tempo, os preços formam por volta do meio do movimento um ou vários gaps seguidos permitindo que se faça uma projeção para cima (no caso de uma tendência de alta) igual ao movimento total já ocorrido. Estes gaps são evidentemente umas demonstrações de força da tendência, (seja de alta ou de baixa). Mas são de difícil identificação em um primeiro momento já que podem ser confundidos com os gaps de exaustão que ocorrem no final de uma tendência. Eles são geralmente acompanhados por alto volume de negócios com o preço de fechamento ocorrendo próximos a máxima do dia.
Vejam o exemplo abaixo:
BREAKAWAY GAP – Conhecido também como GAP de CORTE, normalmente ocorre no final de uma formação qualquer ou quando ocorre uma quebra de um importante suporte ou resistência, ou ainda da quebra de uma faixa de congestão dentro de uma tendência maior de alta ou baixa dos preços.
GAP DE EXAUSTÃO – Este último tipo de gap que ocorre no final de uma tendência, ocorre normalmente depois de um rápido avanço ou declínio dos preços o que faz confundi-lo com o GAP de CONTINUIDADE. Na maioria dos casos as tendências começam acelerando cada vez mais até que pouco a pouco perdem força quando resistências ou suportes cada vez mais fortes começam a diminuir o seu “ímpeto”.
Entretanto, existem casos nos quais tendências com grande força não mostram tais evidências de reversão, mas, ao contrário, vão acelerando cada vez mais até que em um determinado ponto revertem radicalmente de direção.
Paras finalizar temos um padrão que é a junção do GAP porém ele precisa de outros candles ou barras para poder se concretizar é um padrão conhecido como :
ILHA DE REVERSÃO
Caracterizada por dois gaps, sendo o primeiro de exaustão, depois desse gap os preços entram em uma pequena lateralização e em seguida ocorre um novo gap revertendo à tendência, é raro de se aparecer, porém é muito forte em sua sinalização.
No campo dos indicadores técnicos, as médias móveis são extremamente populares entre os técnicos do mercado e com boas razões. As médias móveis suavizam a ação do preço e facilitam a identificação das tendências subjacentes. Sinais de tendência precisos podem ser obtidos a partir da interação entre um preço e uma média ou entre duas ou mais médias em si. Como a média móvel é construída calculando a média dos preços de fechamento de vários períodos ou dias uteis, no entanto, ela tende a ficar para trás da ação do preço.
Quanto menor a média (o que significa menos períodos são usados em seu cálculo), mais sensível ela é a mudanças de preço e quanto mais próximo ele acompanha a ação do preço. Uma média mais longa (com mais períodos incluídos em seu cálculo) rastreia a ação a uma distância maior e é menos responsiva às mudanças de tendência. A média móvel é facilmente quantificada e se presta especialmente bem a testes históricos. Principalmente por esses motivos, ela está presente em todas as plataformas gráficas.
Na análise do mercado de ações, as médias móveis mais utilizadas são 50 e 200 dias. [Nos gráficos semanais, esses valores diários são convertidos em médias de 10 e 40 semanas.] Durante uma tendência de alta, os preços devem permanecer acima da média de 50 períodos. Os recuos menores geralmente refletem essa média, quando ocorre o fechamento abaixo da média de 50 periodos, é geralmente um dos primeiros sinais de que o ativo pode estar entrando em uma correção mais severa.
Em muitos casos, o rompimento da média de 50 períodos sinaliza uma queda adicional até a média de 200 períodos. Se um mercado estiver em uma correção normal do mercado em alta, deve encontrar novo suporte em torno de sua média de 200 períodos. [Para fins de negociação de curto prazo, os traders podem utilizar uma média de 20 períodos para identificar mudanças de tendência de curto prazo].
Existem vários tipos de média móvel – Simples ou Aritimética – Exponencial – Variavel pesada – Triangular e por ai vai. Não existe uma regra para qual média devemos utilizar cada trader terá que se adaptar e fazer os devidos testes, mas podemos seguir uma lógica.
Curtissimo Prazo ou Day Trade – Entre 04 a 13 períodos
Curto Prazo ou Swing Trader – Entre 14 e 50 períodos
Médio Prazo – Entre 50 e 100 períodos
Longo Prazo ou Buy and Hold – Entre 100 e 200 períodos.
Vejam alguns exemplos abaixo



Os osciladores diferente das médias móves, são usados para identificar condições de mercado quando estão Sobrecompro ou Sobrevendido . O oscilador em geral é inserido no gráfico na parte inferior e em geral ele flutua dentro de uma faixa horizontal. Quando a linha do oscilador atinge o limite superior, dizemos que aquele ativo etá entrando na zona de sobrecompra e começamos a ter mais atenção em uma possível reversão. Quando atinge o limite inferior, dizemos que o mercado está entrando na zona de sobrevenda e provavelmente deve ocorrer um rali revertendo a queda para uma possível alta.
O oscilador ajuda a medir os extremos do mercado e informa ao grafista quando um movimento de alta ou de baixa se tornam excessivos temos inúmeros tipos de osciladores, porém vou concentrar a breve explicação nos mais usuais.
Foi introduzido nas análises gráficas em 1978 por J. Welles Wilder, como o nome já diz, ele mede a Força Relativa do Ativo, podendo ser utilizado como padrão de suporte e resistência, topos ou fundos, divergências, formações de figuras, tem várias utilidades que caso não saibamos utilizar
Este é um dos osciladores mais populares usado pelos traders. A escala RSI é plotada de 0 a 100 com linhas horizontais desenhadas nos níveis 70 e 30. Uma leitura de RSI acima de 70 é considerada SOBRECOMPRADA, e abaixo de 30 é considerada como SOBREVENDIDA. Os períodos de tempo mais populares para o RSI são de 9 e 14 períodos.
Quando estiver entre 31 e 69 – indica um período de indecisão, é um momento interessante para esperar vejam bem, na literatura escrita pelo Welles em momento algum ele diz que é para comprarmos ou vendermos nos patamares acima, essa parte precisa ficar muito clara por esse motivo que os osciladores são um complemento do gráfico para poder nos ajudar na tomada de decição.

Bom esse indicador se bem utilizado, na minha opinião, é o que mais se aproxima de um trade bem feito. Com suas variáveis e, suas fórmulas, por incrível que pareça ele consegue se antecipar na identificação para um melhor momento de compra ou venda do ativo.
Este oscilador também é configurado em uma escala de 0 a 100. No entanto, suas linhas que mostram entre Sobrecompra e Sobrevenda tem níveis de 80 – 20. Em outras palavras, as leituras acima de 80 são sobrecompradas, enquanto as leituras abaixo de 20 são sobrevendidas, a região em que o ativo oscilar entre 21 – 79 – teoricamente tratamos como uma zona de indecisão. Ele é configurado por 03 linhas uma mais rápida %D e uma mais lenta %K – onde o cruzamento dessas linhas indica os possíveis momentos de entradas e saídas.
Lembrando que a configuração é de cada trade que terá que fazer seus devidos testes para ver o que melhor se encaixa no seu trade.
Criadas por John Bollinger e descrita com maestria em seu principal livro – BOLLINGER ON BOLLINGER BANDS, ele é um oscilador amplamente difundido, seu principal método é a volatilidade.
Essas são as bandas de negociação que representam dois desvios padrão acima e abaixo da média móvel de 20 períodos. Quando um mercado toca (ou excede) uma das faixas de negociação, o mercado é considerado excessivamente estendido. Os preços costumam recuar para a linha da média móvel e vice versa. Porém esses desvios não são necessariamente para se comprar e vender, como todo oscilador temos que ter as devidas confirmações.

O MACD não é enquadrado como oscilador e sim como um rastreador de tendência, porém coloquei ele nessa seção pelo fato de que ele pode ser usado em conjundo com os osciladores para ajudar a melhorar nossas operações
Desenvolvido por Gerald Apple analista e gestor de fundos, na minha visão é tido como um rastreador de tendência, é utilizado pela maioria dos traders, é muito simples , ele é composto por duas linhas uma de sinal e outra de tendência, a linha de sinal é sempre a mais rápida sendo composta de uma média móvel exponencial de 9 períodos (geralmente tracejada) e uma segunda linha cheia onde sua formação se dá pelo cálculo do fechamento da média móvel exponencial de 12 períodos subtraído pelo mesmo cálculo de uma MME 26 períodos, essa diferença que temos a linha de tendência, onde uma cruzando a outra sinaliza sinais de compra e venda, sempre a mais rápida cruzando a mais lenta.
É um ótimo indicador de tendência, porém uma percepção muito interessante tem que ter para visualizar o gráfico de volume, para identificarmos uma tendência de alta ou de baixa temos que ter um número de participantes consideráveis na bolsa de valores, fazendo com que se movimentem os valores de acordo com a tendência, podendo também ser um gráfico de identificação e divergências, agora muito cuidado com as ações tidas como 3ª linha e com pouco volume, por questões de manipulação, pode ocorrer em um curto espaço um movimento muito alto de volume, mas irreal, são justamente manipuladores querendo ganhar uma grana e se desfazendo dos ativos.
Os Grafistas empregam uma abordagem bidimensional da análise de mercado que inclui um estudo de preço e volume. Dos dois, o preço é o mais importante. No entanto, o volume fornece uma confirmação secundária importante da ação do preço no gráfico e, muitas vezes, alerta antecipadamente uma mudança iminente na tendência.
Volume é o número de negocios durante um determinado período de tempo, que geralmente é um dia. É o número de ações negociadas diariamente no mercado de ações. O volume também pode ser monitorado semanalmente para análises de longo prazo.
Quando usado em conjunto com o preço, o volume nos diz algo sobre a força ou a fraqueza da atual tendência de preço. O volume mede a pressão por trás de uma determinada movimentação de preço. Como regra, o volume deve estar presente na direção da tendência. Durante uma tendência de alta, volume deve ser visto como um rally, com alguns volumes mais baixo durante correções e vice versa para o mercado de com tendência de baixa.
Os analistas de mercado possuem vários indicadores para medir o volume de negociação. Um dos mais simples e mais efetivo é o OBV volume em equilíbrio. O OBV plota um total acumulado em execução de versus volume descendente. Cada dia que um mercado fecha mais alto, o volume desse dia é adicionado ao total anterior. A cada dia inativo, o volume inicial começará a subir ou descer. Se a tendência é de alta, isso indica ao trader que há mais volume positivo e negativo, o que é um bom sinal. Uma linha OBV em queda geralmente é um sinal de baixa.
A linha do OBV geralmente é plotada na parte inferior da tabela de preços. A idéia é garantir que a linha de preço e a linha OBV estejam tendendo na mesma direção. Se os preços estiverem subindo, mas a linha OBV estiver plana ou caindo, isso significa que pode não haver volume suficiente para suportar preços mais altos. Nesse caso, a divergência entre uma linha de preço crescente e uma linha OBV plana ou decrescente é um aviso negativo.

Durante períodos de movimento lateral dos preços, quando a tendência do mercado está em dúvida, a linha OBV às vezes entra em erupção primeiro e fornece uma dica inicial da direção futura dos preços. Uma fuga positiva na linha OBV deve chamar a atenção do profissional e fazer com que ele examine com mais atenção o mercado ou as ações em questão. Nas partes inferiores do mercado, uma quebra no volume em equilíbrio é às vezes um alerta precoce de uma tendência de alta emergente.

Existem muitos outros indicadores que medem a tendência do volume com nomes como Distribuição de acumulação, Oscilador Chaikin, Índice de facilitação de mercado e Fluxo de dinheiro. Enquanto eles são mais complexos em seus cálculos, todos têm a mesma intenção – determinar se a tendência de volume está confirmando ou divergindo da tendência de preço.
As tendências de mercado raramente ocorrem em linhas retas. A maioria das imagens de tendência mostra uma série de zig-zags com correções severas em relação à tendência existente. Essas correções geralmente caem em certos parâmetros percentuais previsíveis. O exemplo mais conhecido disso é a retração de cinquenta por cento. Ou seja, uma correção secundária ou intermediária contra uma tendência de alta importante geralmente retrai cerca de metade da tendência de alta anterior antes que a tendência de alta seja retomada. Os saltos do mercado de urso geralmente recuperam cerca de metade da tendência anterior de queda.
Uma retração mínima é geralmente cerca de um terço da tendência anterior. O ponto de dois terços é considerado o deslocamento máximo permitido se a tendência anterior for retomada. Uma retração além do ponto de dois terços geralmente alerta para uma inversão de tendência em andamento. Os grafistas também dão importância a retrações de 38% e 62%, chamadas retrações de Fibonacci.
Não entrarei em maiores detalhes visto que o Fibonacci demanda estudos mais avançados, assim como a Retração temos também Projeção , Extensão e Expansão, elas não são abordadas no meu curso de Análise Gráfica , para um maior entendimento do Fibonacci eu recomendo a leitura do livro da CAROLYN BORODEN ela é tida atualmente como a Rainha do Fibonacci o livro dela é realmente uma obra muito completa para os amantes do Fibonacci.
As análises gráficas , semanais e mensais fornecem uma valiosa perspectiva de longo prazo no histórico do mercado que não podem ser obtidas usando apenas os gráficos diário, os gráficos diários mostram cerca de 12 meses de histórico de preço, os semanais mostram quase 5 anos de dados e os mensais recuam mais de 20 anos (dependendo da Plataforma).
Ao estudar esses gráficos, o grafista obtém uma idéia melhor das tendências de longo prazo, onde estão localizados os níveis históricos de suporte e resistência e, é capaz de obter uma perspectiva mais clara das ações mais recentes reveladas nos gráficos diários. Esses gráficos semanais e mensais se prestam muito bem à análise de gráficos padrão descrita nas aulas anteriores. A opinião de alguns observadores do mercado de que a análise gráfica é útil apenas para análises de curto prazo ou day trade, simplesmente não é verdadeira. Os princípios da análise gráfica podem ser usadas em qualquer dimensão de tempo.
Os gráficos diários e semanais são úteis para análises de médio e longo prazo. Para negociações de curto prazo, no entanto, gráficos intradiários são extremamente valiosos. Os gráficos intradiários geralmente mostram apenas alguns dias de atividade. Um gráfico de 15 minutos, por exemplo, pode mostrar apenas três ou quatro dias de negociação. Um gráfico de 1 ou 5 minutos geralmente mostra apenas um ou dois dias de negociação, respectivamente, e geralmente é usado para fins de day trade. Todas as aulas descritas até o momento, podem ser aplicadas em qualquer tempo gráfico.
Se você é um investidor de médio para longo prazo deverá analisar os gráficos Semanais e Mensais porém sua tomada de decisão deverá ser feita pelo gráfico diário ou até mesmo o semanal.
Se você é um investidor conhecido como Swing Trader você deve analisar os gráficos diários e talvez o semanal mas sua tomada de decisão será exclusivamente pelo gráfico diário ou ainda gráfico de minutos.
Se você se considera um Day Trader , sua análise será o gráfico diário para ver apenas qual a direção do mercado , porém sua tomada de decisão será absolutamente pelos gráficos intraday entre 1 minuto – 5 minutos – 10 minutos e assim por diante.
Por mais indispensáveis que sejam os gráficos diários para o timing e a análise do mercado, uma análise completa dos gráficos deve começar com os gráficos mensais e semanais – e nessa ordem. O objetivo dessa abordagem é fornecer ao analista com a visão de longo prazo necessária como ponto de partida. Uma vez obtido gráfico mensal de 20 anos, o gráfico semanal de 5 anos então partimos para uma análise do gráfico diário. Em outras palavras, a ordem correta a seguir é começar com uma visão geral sólida e depois diminuir gradualmente o horizonte de tempo.
A idéia de iniciar a análise com uma visão mais ampla e estreitar gradualmente o foco tem outra aplicação importante no campo da análise de mercado. Isso tem a ver com a utilização de uma abordagem “de cima para baixo” para analisar o mercado de ações. Esta abordagem é utilizada em três etapas para encontrar ações vencedoras.
Ela começa com uma visão geral do mercado para determinar se o mercado de está subindo ou descendo e se é um bom momento para investir no mercado de ações. Em seguida, divide o mercado em setores e grupos para determinar quais partes do mercado e quais ações parecem mais fortes. Finalmente, procurar as ações de destaque nos principais setores e grupos.
As ações tradicionais são conhecidas como blue chips – são classificadas pela bolsa de valores como sendo as melhores ações para operar, com maior participação no merPcado , maior números de negócio e maior credibilidade geralmente fornecem a principal tendência do mercado.
Como a maioria dessas ações estão em constante evidência na imprensa, internet, geralmente é uma boa ideia ficar de olho nelas. Os sinais mais fortes sobre as direções de mercado são dados quando todas ou a maioria das principais ações ou indíces ou setores estão tendendo na mesma direção.
O mercado de ações é dividido em setores de mercado que são subdivididos em grupos do setor. Existem setores de mercado, que incluem materiais básicos, consumidor cíclico, consumidor não cíclico, energia, financeiro, saúde, indústria, tecnologia, telecomunicações e serviços públicos. Cada um desses setores pode ter até uma dúzia ou mais de grupos da indústria. Por exemplo, alguns grupos no setor de tecnologia são alimentado por ações como por exemplo POSI3. O setor financeiro inclui bancos, seguros e corretores de valores mobiliários.
A maneira recomendada de abordar esse grupo é começar com um número menor de setores de mercado. Procure os que parecem ser os mais fortes. Depois de identificar o setor preferido, você poderá procurar os grupos mais fortes do setor nesse setor. Procura as duas maiores ações desse setor provavelmente essas ações devem ditar a tendência das demais ações do mesmo setor, mas vale lembrar que o Brasil ainda está engatinhando nesse lance da várias empresas diferente dos EUA.
Para muitos investidores, a pesquisa pode parar por aí. A escolha de estar em um setor de mercado ou grupo pode ser facilmente implementada através do uso de fundos mútuos especializados em setores específicos do mercado ou grupos industriais.
Agora que você já identificou os grupos, setores, Índices ou carteiras teóricas vamos passar para as ações individuais. Para os investidores que negociam ações individuais, este é o terceiro passo na abordagem de mercado “de cima para baixo”. Depois de isolar um grupo com forte potencial de crescimento, o Trader pode procurar nesse grupo as ações vencedoras.
Foi estimado que até 50% da direção de uma ação é determinada pela direção de seu grupo de indústrias. Se você já encontrou um grupo vencedor, seu trabalho está meio caminho andado.
Outra vantagem de limitar sua pesquisa de ações a setores e grupos vencedores é que ela reduz consideravelmente a pesquisa. Existem mais de 400 ações no mercado brasileiro e se você resolver operar no mercado americano esse número é quase 12x maior que o nosso ou seja perto de 5.000 a 7.000 ações que um investidor pode escolher. É muito difícil fazer uma análise de mercado de tantos ativos. É necessário algum tipo de processo de triagem.
É aí que entra o processo das três etapas. Ao restringir sua pesquisa de ações a um pequeno número de grupos setoriais, o número de ações que você precisa estudar é drasticamente reduzido. sabendo que cada ação analisada já faz parte de um grupo vencedor suas chances de sucesso também
O princípio da confirmação sustenta que, quanto mais evidências técnicas apoiam uma determinada análise, mais forte a conclusão se torna. No estudo de um mercado individual, por exemplo, todos os sinais técnicos devem estar em sintonia e apontando na mesma direção. Se alguns sinais estão apontando para cima e o outros para baixo, desconfie. Consulte outras ações do mesmo grupo. Uma análise com tendencia de alta de uma ação que está dentro de um grupo com tendência de baixa seria menos do que convincente do que uma analise de uma ação que esteja na mesma tendência do seu grupo. Como as ações do mesmo grupo tendem a se mover juntas, verifique se as outras ações estão de acordo com a que está sendo estudada.
Observe os vários indicadores técnicos para verificar se eles concordam. Os padrões do gráfico estão sendo confirmados pelo volume? As médias móveis e os osciladores confirmam a análise do gráfico? O que mostram os gráficos semanais e mensais? Embora raramente esses fatores técnicos apontem na mesma direção, mas vale a pena ter o maior número possível deles a seu favor.

João Carlos R. Pinilla (Joca), Paulistano, 50 anos, formado em Administração de Empresas pelo Centro Universitário FEI, especialização em Gestão Estratégica de Negócios pela FGV-SP , Pós Graduado pela
FIA e MBA Marketing pelo INPG.
. Atuo no mercado financeiro desde 2002 operando no mercado à vista, opções e futuros. Me especializei em opções montando diversas estratégias tanto no mercado brasileiro e no mercado americano.
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